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NATAL DO SENHOR JESUS
25 de dezembro de 2010

1. Aprofundando os textos bíblicos: Isaías 9,1-6; Salmo 96 (95); Tito 2,11-14; Lucas 2,1-14

Lucas situa o nascimento de Jesus na história, no tempo do imperador romano César Augusto. O fato histórico tem sentido teológico: ao nascer o Menino, Maria o envolve em faixas e o coloca numa manjedoura (v.7); da mesma forma, em sua morte, é envolvido em faixas e colocado num sepulcro (23,53). Já no presépio é reconhecido como Senhor, título dado ao Ressuscitado. Um menino, nascido na pobreza e humildade, é oferecido como sinal de esperança e salvação aos pastores (vv.10-11) e é anunciado pelo anjos (v.14) como na ressurreição. Assim, o nascimento de Jesus Cristo é narrado à luz de sua morte e ressurreição. Jesus, portador da paz, como plenitude de bens para o povo, realiza plenamente a profecia da 1ª leitura. O povo de Israel, no norte, encontrava-se na escuridão, nas sombras da morte por causa, sobretudo, da dominação e opressão do império assírio. Isaías anuncia a esperança de libertação com o nascimento de um menino de estirpe real. Ele será mais sábio que Salomão, mais forte que Davi, porque consolidará o direito e a justiça. A 2ª leitura destaca que a graça de Deus se manifestou na encarnação de Jesus Cristo, nosso Salvador. Ele nos ensina a viver, neste mundo, com equilíbrio, justiça e piedade.

2. Atualizando

O nascimento de Jesus Salvador é a Boa Notícia da alegria e esperança para a humanidade. Deus manifesta sua fidelidade, enviando seu Filho para encarnar-se na realidade dos que sofrem. Com Maria e José, os pastores, acolhemos a proclamação da paz a todos os filhos amados de Deus.

3. A palavra de Deus na celebração

Nesta celebração, a glória do Senhor nos envolve em luz e ilumina as nossas sombras de morte. Exultamos de alegria num canto de glória a Deus que habita o mais alto dos céus e que está no meio de nós, nos amando e nos entregando a Paz que é seu próprio Filho. A liturgia do natal atinge então seu ponto alto quando, comendo e bebendo da Ceia, celebramos a comunhão total entre o céu e a terra.

4. Dicas e sugestões

O hino do glória é entoado solenemente. Enquanto toda a assembléia canta jubilosa, podem ser realizados gestos que expressam a alegria e o júbilo, como por exemplo: o toque do sino da Igreja, a incensação do altar. Outras sugestões, vejam no Dia do Senhor, Ciclo do Natal, ABC, p. 137-152.

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