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O cordeiro que liberta e salva  

Cordeiro de Deus

Em todas as missas, antes da comunhão, rezamos ao “Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” – expressão tirada do evangelho da liturgia deste segundo domingo do tempo comum.

Essa oração, repetida três ou mais vezes, indica que quem se une a Cristo por meio da comunhão reconhece e assume também a condição de cordeiro sacrifical disposto a se empenhar pela eliminação dos pecados da humanidade.

A exemplo dos cordeiros imolados no Egito, cujo sangue salvava a família do massacre do “exterminador”, Jesus é o Cordeiro de Deus que tira os pecados que oprimem as pessoas em outras palavras, ele é o Cordeiro que salva e conduz para a vida plena e feliz. Seu sacrifício tràz luz, salvação e paz para a humanidade.

João não conhecia o Messias, mas aos poucos foi percebendo quem era. Este é o caminho de todo catecúmeno, ou seja, daquele que se propõe seguir o Mestre: convivendo com os irmãos na fé e aprendendo com a leitura dos evangelhos, com o estudo sobre ele, com os ensinamentos da Igreja, ir conhecendo quem ele é. O conhecimento de Jesus se dá aos poucos, é alrJo progressivo. Com o tempo, João descobre a presença do Espírito de Deus em Jesus e a partir daí vai percebendo que Jesus é mais do que o ungido por excelência – o Messias – é o Filho amado e querido de Deus.

Mediante a missão do seu Filho, Deus se propõe eliminar a opressão que pesa sobre a humanidade. Com sua morte, Jesus será o libertador e o alimento dos seus seguidores. Participando da plenitude que ele possui, seus discípulos também nascerão do Espírito e receberão “a força de vida-amor que os libertará da opressão do pecado”.

Pe. Nilo Luza, ssp

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